Triagem sigilosa
O primeiro contato entende o quadro, o histórico de uso e a urgência da família, sem exposição e com orientação clara sobre os próximos passos.
Tratamentos oferecidos
Acolhimento para uso abusivo de crack, cocaína, maconha, medicamentos controlados e outras substâncias, com plano terapêutico conforme a necessidade do paciente.
Sobre o tratamento
O tratamento para dependência química acolhe a pessoa em uso abusivo de substâncias e organiza um plano de cuidado conforme a avaliação de cada caso. Em Minas Gerais, há unidades preparadas para receber a família com sigilo, orientar sobre as opções e acompanhar cada etapa do processo.
Etapas do cuidado
O primeiro contato entende o quadro, o histórico de uso e a urgência da família, sem exposição e com orientação clara sobre os próximos passos.
Quando indicada, a desintoxicação é acompanhada por profissionais para reduzir riscos e aliviar os sintomas de abstinência.
Atendimentos individuais, grupos terapêuticos e atividades orientadas ao longo do tratamento, conforme o plano de cada paciente.
Reconstrução de vínculos familiares e estratégias para sustentar a recuperação após a internação.
Sinais de alerta
Uso que a pessoa não consegue interromper sozinha, prejuízo no trabalho ou nos estudos, conflitos familiares, isolamento e tentativas frustradas de parar costumam indicar que é hora de buscar orientação profissional.
A equipe orienta a família com sigilo e ajuda a definir o próximo passo, sem compromisso.
Receber orientação no WhatsAppInternação
Cada modalidade depende de avaliação profissional e do cumprimento da legislação aplicável.
Quando a própria pessoa concorda com o tratamento e solicita ou autoriza a internação.
Solicitada pela família ou responsável, conforme avaliação profissional e dentro da legislação.
Determinada pela Justiça, mediante laudo profissional e nos termos previstos em lei.
Cobertura em Minas Gerais
Dúvidas frequentes
Começa pelo contato da família ou da própria pessoa. A equipe faz uma triagem inicial, entende o histórico de uso, o quadro atual e a situação familiar, e a partir disso indica a modalidade e a unidade mais adequadas.
Na internação voluntária, sim: ela assina a concordância. A Lei 10.216/2001 também prevê a internação involuntária, pedida por familiar ou representante legal e sustentada por laudo médico que descreva os motivos. Qual caminho se aplica depende da avaliação médica.
Não há prazo único. A duração é definida pela equipe conforme o quadro clínico e vai sendo reavaliada ao longo do processo, com a família acompanhando as decisões.
Sim. A orientação à família faz parte do processo, tanto na fase inicial, para entender o que está acontecendo, quanto no acompanhamento durante o tratamento.
Sim. As informações da família e do paciente são tratadas com sigilo, desde o primeiro contato.
Plantão e acolhimento
Quando a família não sabe como agir, o contato rápido faz diferença. Oferecemos orientação sigilosa, escuta humanizada e suporte para entender possibilidades de tratamento, remoção, vaga e admissão.
Algumas unidades contam com atendimento médico 24 horas, equipe multidisciplinar e rotina terapêutica monitorada. Durante a triagem, informe a situação do paciente para verificarmos a opção mais adequada.
Consultar disponibilidadeAtendimento sigiloso
Atendimento sigiloso para famílias que buscam clínica de recuperação, tratamento para drogas, alcoolismo, internação ou suporte psiquiátrico em Minas Gerais.